Escolhas Bola Amarela: Jovem Jogador Masculino do Ano - Bola Amarela Brasil

Escolhas Bola Amarela: Jovem Jogador Masculino do Ano

Por admin - dezembro 2, 2015

Pedro Mendes: Dominic Thiem – o tenista austríaco fecha 2015 estando desde o início de Agosto dentro do top20 (ou no 21º posto na pior da hipóteses) e após se ter estreado na lista de campeões ATP ao ter vencido não um, não dois, mas três torneios.

Mário Fernandes: Dominic Thiem – O talento já lhe era reconhecido, mas só este ano conseguiu arrecadar títulos e estabelecer-se como um dos nomes sonantes do ATP World Tour. Termina a época no 20º lugar, mas deixa a ideia que pode subir (bem) mais na hierarquia – só em torneios do GrandSlam, tem 1ªR em Melbourne, 2ªR em Paris e Londres, e 3ªR em Nova Iorque

Paulo Gouveia: Dominic Thiem – Partindo do critério “jovem=sub-23”, a escolha parece-me fácil. O austríaco, depois de em 2014 ter começado a surgir na cena tenística em força, mostrou em 2015 que se pode contar com ele. Dotado de um jogo poderoso, com pancadas muito boas, uma esquerda a uma mão virtuosa e um serviço fortíssimo, conseguiu traduzir a qualidade do seu ténis em títulos: foram três e todos em terra batida – Gstaad, Umag e Nice. Termina o ano no 20º posto do ranking mundial e, aos 22 anos, tem, naturalmente, uma excelente margem de progressão. Será a estrela do futuro?

José Morgado: Alexander Zverev – Num circuito muito envelhecido, é normal que jogadores com 21 ou 22 anos sejam considerados jovens, mas a minha opção vai para um rapaz que aos 18 anos é não só o membro mais jovem do top-100 mundial, como já se mostrou mais do que capaz de bater o pé a alguns dos melhores jogadores do Mundo. Suspeito que 2016 vai ser repleto de coisas boas.

Zézé Morais: Dominic Thiem – Três títulos numa temporada é algo notável. Dominic Thiem já tinha dado provas de que era capaz de fazer frente aos melhores e as vitórias frente a nomes como David Goffin, Feliciano Lopez e Gael Monfils desvendam um pouco o véu do que ainda está para vir. Menção honrosa também para Hyeon Chung, que terminou a temporada à porta dos 50 primeiros e mostra que o ténis coreano tem pernas para andar.

Pedro Almeida: Dominic Thiem – Três títulos na sua ainda curta carreira, todos conquistados em 2015. O jovem austríaco já tinha revelado algum do seu talento na época transata, entrando no top 50 e alcançando boas vitórias. Mas, em 2015, Thiem deu o salto que se previa e é hoje membro do top 20 mundial. Acredito que 2016 poderá ser ainda melhor.