Musetti desolado: «Não tenho palavras para descrever como me sinto agora» - Bola Amarela Brasil

Musetti desolado: «Não tenho palavras para descrever como me sinto agora»

Por Nuno Chaves - janeiro 28, 2026
epa12686652 Lorenzo Musetti of Italy receives medical attention during the men’s quarterfinals against Novak Djokovic of Serbia on day 11 of the 2026 Australian Open tennis tournament at Melbourne Park in Melbourne, Australia, 28 January 2026. EPA/JOEL CARRETT AUSTRALIA AND NEW ZEALAND OUT

Lorenzo Musetti viveu um momento dramático ao ser obrigado a desistir frente a Novak Djokovic, numa altura onde vencia por dois sets a zero nos quartos de final do Australian Open.

O italiano lesionou-se na perna direita e, em conferência de imprensa, mostrou-se desolado na hora de explicar como estava o seu estado físico.

QUANDO SENTIU A LESÃO

Senti-o no início do segundo set. Senti que havia algo estranho na minha perna direita. Continuei a jogar porque estava a jogar realmente muito bem, mas sentia que a dor ia aumentando e que o problema não desaparecia. No final, quando pedi o tempo médico, para ficar os três minutos, sentei-me e, quando comecei a jogar novamente, senti-o ainda mais e o nível da dor subia cada vez mais. Por isso, não há muito mais a dizer sobre isso.

DESOLADO COM A DESISTÊNCIA

Fizemos todos os exames e testes antes de começar a época para ver e tentar prevenir este tipo de lesões e depois dizem que não apareceu nada. Por isso, honestamente, não tenho palavras para descrever como me sinto agora e o quão difícil é para mim esta lesão neste momento.

LESÃO MAIS DURA DA CARREIRA

Definitivamente que sim. Honestamente, nunca imaginei a sensação de estar a ganhar por dois sets a zero ao Novak, a jogar assim e a ter o controlo do jogo dessa forma e ver-me forçado a desistir é algo que, claro, nunca imaginei. É, obviamente, muito doloroso.

QUANDO PERCEBEU QUE NÃO DAVA PARA CONTINUAR

Honestamente, joguei assim praticamente todo o segundo set, mas consegui jogar, porque especialmente com o serviço isso ajudava-me muito e tentava um pouco empurrar desde a linha de fundo, porque hoje sentia bem a bola. Tentei continuar, tentando não pensar realmente na dor. Mas depois, como disse na primeira pergunta, quando me sentei durante três minutos e relaxei — não da melhor forma, mas fiquei um pouco mais numa posição de espera — a dor começou imediatamente a aumentar.

Leia também:

Jornalista na TVI; Licenciado em Ciências da Comunicação na UAL; Ténis sempre, mas sempre em primeiro lugar.