Raonic e a quarentena: «Há anos que não jogava videojogos»

Raonic e a quarentena: «Há anos que não jogava videojogos»

Por Tiago Ferraz - março 30, 2020
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O tenista canadiano Milos Raonic deu uma entrevista à ATP onde aborda o tema do momento – a pandemia de coronavírus – e fala do que tem feito para passar o tempo.

 «Experimentei os videojogos durante dois dias seguidos, já não jogava um videojogo há pelo menos quatro anos. Pensei que seria algo que me iria ajudar a ocupar o tempo e a manter-me distraído, mas não acredito que seja algo que se vá instalar na minha rotina diária. Joguei muito o 2kNBA, com os Toronto Raptors, exceto quando jogo com amigos porque aí jogamos com equipas aleatórias. Falo com pessoas cujo fuso horário é o mesmo quando tenho tempo livre e assim aproveito os dias», revelou, citado pelo Punto de Break.

Para o canadiano ler e ouvir música também estão nos planos nesta altura de confinamento:

«Ler é o melhor que há para terminar o dia, sobretudo depois de estar com o Ipad durante muito tempo (…) Quanto à música, oiço sobretudo música antiga, canções de Sam Cooke ou Bob Dylan. Nunca oiço música que me incomode demasiado, prefiro as músicas mais calmas», revelou.

Raonic reforça ainda a ideia de ficar em casa durante a pandemia de coronavírus:

«O mais importante agora é respeitar o que cada governo pedir, ficar em casa e aproveitar tudo o que há à nossa volta, sempre confinado à nossa casa e aos que nos rodeiam. Temos que cuidar das outras pessoas. Não interessa se é o vizinho ou alguém que está na outra ponta do país. Devemos ser sérios com este assunto. A vida de todos está a mudar e, nesta altura, temos que respeitar isso», concluiu.

Tiago Ferraz
Jornalista de formação, apaixonado por literatura, viagens e desporto sem resistir ao jogo e universo dos courts. Iniciou a sua carreira profissional na agência Lusa com uma profícua passagem pela A BolaTV, tendo finalmente alcançado a cadeira que o realiza e entusiasma como redator no Bola Amarela desde abril de 2019. Os sonhos começam quando se agarram as oportunidades.